Blogagem Coletiva: Melhor show da minha vida


Esse post é baseado num dos temas de blogagem coletiva propostos para esse mês pelo grupo Rotaroots.

Eu AMO ir a shows. É uma das melhores sensações possíveis.
Ir a shows de bandas que eu gosto, é melhor ainda.
Mas ir a shows que esperei há tempos pra ir, é a melhor coisa do mundo.

Sempre gostei muito de várias bandas e artistas - principalmente vários de fora. E vários deles, nem são tão conhecidos por aqui (ou até são, mas são artistas que raramente viriam para cá), então me acostumei a ficar feliz sempre que um deles anuncia seu show aqui. Recentemente, para quem me conhecer, andei surtando de felicidade de leve quando vi que o The Script finalmente vem para o Brasil e estou cheia de ansiedade e esperanças que anunciem um show em São Paulo. Enfim.... Coisas que eu faço.

Já fui a vários shows que esperei por tanto tempo pra ir... Mas, entre todos, talvez por ter esperado mais tempo por um deles e também achar que nunca os veria no Brasil, se eu tivesse que apontar só um como o melhor show da minha vida, diria que foi o show do John Mayer, com abertura do Phillip Phillips, no dia 19 de setembro de 2013, em São Paulo.

Sinceramente? O show foi incrível e valeu a pena, valeu cada momento, cada espera e cada centavo do início ao fim.

Inclusive, pra ir nesse show fiz várias coisas que geralmente não faço para não perder por nada esse momento mágico que vivi.
1 - Fiquei acordada até altas horas da madrugada, no dia da abertura da venda online, no meio da semana, só pra comprar os ingressos, mesmo sabendo que tinha que trabalhar e ir pra faculdade no dia seguinte - sim, fui meio zumbi para todos os lugares, porque nem conseguia dormir de felicidade.
2 - Fiz uma loucura e comprei pista Premium (tudo bem, com desconto de estudante, mas ainda assim...).
3 - Saí do estágio que fazia na época e fui com meu pai direto pra São Paulo, sem nem jantar.
4 - Estava bem alérgica e tomei chuva (que ia e voltava). E não parei de cantar um minuto. Resultado: fiquei com voz estranha por uns 3/4 meses e fazendo tratamento para as cordas vocais - e, sim, fui zoada pelos meus amigos por isso.
5 - Perdi prova da faculdade, mas o professor foi bonzinho e me deixou fazer outro dia.
Hahahah Sim, foi intenso e completamente inesquecível!

Meu pai foi comigo porque meu irmão não quis ir. Ele tinha aula e não queria faltar. Meu pai, na época, não conhecia nada de Phillip Phillips e conhecia pouco de John Mayer. Estava meio desconfiado de que o show seria bom. No fim, voltou fã do estilo e das músicas do John e da habilidade dele na guitarra. Até hoje pára para assistir aos shows/clipes/apresentações ao vivo do John Mayer quando vê algo na TV, assim como ele faz quando vê as bandas mais antigas que ele gosta, como AC/DC, por exemplo.

Para mim, os shows foram mágicos e inesquecíveis.


Eu era apaixonada pelo único CD que o Phillip tinha na época e sabia cantar praticamente todas as músicas do CD. No meu iPod, eram, junto com as do John, You Me At Six e de mais uns dois artistas as músicas mais executadas. Mas não sabia o que esperar do show dele. O Phillip foi perfeito do palco.
Ele não cantou todas as músicas que eu gostaria que cantasse, mas cantou Drive Me, Man on the Moon, Gone, Gone, Gone, Get Up Get Down, Where We Came From, Wicked Game (Chris Isaak cover, que tem no primeiro CD), Let's Get It On (Marvin Gaye cover) e Home. Home inclusive foi o momento mais lindo do show. Todas as vozes que estavam lá, cantando Home em plenos pulmões. Foi lindo, foi mágico, foi de arrepiar.

Então começou o show do John. E quando você pensa que não poderia mais admirá-lo, o John Mayer te surpreende e você sai ainda mais apaixonada pelas músicas, pelo show, pela voz, pela habilidade na guitarra e pelo John de forma geral. Ele é incrível e prova no palco, ao vivo, porque tem tanto reconhecimento de guitarristas antigos de renome e porque conquista tantas cantoras/atrizes pelo mundo afora. A banda dele, os backing vocals, todos são ótimos - tão bons e tão estilosos quanto o John!
O show é bem pensado, bem planejado, e tem toda uma pegada meio folk, que aliás o John parece gostar muito.
Setlist do Show:

    No Such Thing (with Meninos do Morumbi)
    Wildfire
    Queen of California
    Half of My Heart
    Paper Doll
    I Don't Trust Myself (With Loving You)
    Going Down the Road Feelin' Bad (Henry Whitter cover)
    Slow Dancing in a Burning Room
    John Solo
    Your Body Is a Wonderland
    Daughters
    Free Fallin' (Tom Petty cover)
    Stop This Train (pedida pelo público)
    Waiting on the World to Change
    Dear Marie
    Dear Marie (Reprise)
    Something Like Olivia
    Wheel
    Who Says
    If I Ever Get Around to Living (com um pedaço de Garota de Ipanema do Tom Jobim)
    Vultures
    The Age of Worry
    Why Georgia
Encore:
    Neon 
    Gravity

Se me perguntassem, eu mudaria só uma coisa da Setlist, mas não mudaria nada do show. Foi tudo perfeito. Ele cantou quase todas as músicas que eu amo e nunca consigo decidir qual é a que mais gosto, mas faltou Shadow Days e Speak for Me. Ok, entendo que Shadow Days foi lançado num período bem tenso do vida dele e é compreensível se foi por isso que não tocou, mas nada muda o fato de que é uma das minhas favoritas e que eu senti falta.

Uma coisa que me chamou a atenção é o fato de que o John, por natureza, é um Rockstar. Todo o jeito dele com a guitarra, os solos, ..... É incrível. Penso que seja no mesmo nível que ver uma das lendas da guitarra das antigas num palco.

Esse foi meu show inesquecível... E aí? Qual foi o seu?

1 comentários:

Caroline Matias disse...

Minha irmã também é fanática por John Mayer, quando ela foi ao show dele não paro del falar dele por quase um mês, tudo que ela fazia era pensar nele :)

Beijos, Carol (Docê Chuva
ameamai.blogspot.com)

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