"Charlotte Street", Danny Wallace + "O Lado Bom da Vida", Matthew Quick



Recentemente, andei lendo os livros "O Lado Bom da Vida", do Matthew Quick, e "Charlotte Street", do Danny Wallace.


O primeiro livro que li foi "Charlotte Street". Quando peguei para ler esse livro, já fazia bem mais de um ano que o tinha em minha estante, apenas enrolando para começar a leitura.


Quando comprei o livro, todos os blogs só falavam nele - e falavam bem. O ambiente no qual se passava o livro também me conquistou - Londres, uma das cidades que mais quero conhecer. Mas, desde que o coloquei na minha estante, acabei sempre tendo outro livro que queria ler mais e ele foi ficando pra trás.
Esse ano, decidi que deveria ler, ver como era a história, saber se o livro de fato era bom... E foi o que fiz.
No início do livro, não fui conquistada pela forma de escrita nem pelo Jason Priestley (achava o protagonista chato). Mas, ao longo da leitura, fui começando a me apegar pelo livro, pela forma de escrever do Danny Wallace (obs.: Ele é o autor do "Yes Man", que virou filme com o Jim Carrey e a Zooey Deschanel), pelos personagens e torcer para que o Jason encontrasse o amor. Quando terminei o livro, se tornou um dos meus favoritos.
A história é fofa, tem lances engraçados e se passa em Londres (como não gostar?). Acho que todos deveriam ler!

Outro livro que achei curioso e muito interessante também tem narração em primeira pessoa por um personagem do sexo masculino. Foi o livro "O Lado Bom da Vida", de Matthew Quick. Talvez você tenha assistido ao filme, lido o livro ou apenas tenha ouvido falar desse filme, pois foi indicado a várias premiações. Eu, confesso, ainda não tinha tido a oportunidade de assistir ao filme antes de ler esse livro. Confesso que, após ler as diferenças que existiam entre o filme e o livro, não tenho tanta vontade de assistir ao filme agora. O livro é ótimo de ler, bem rapidinho e muito, muito fofo. A história é interessante, prende sua atenção e você fica querendo ler mais e mais pra saber o que vai acontecer com o Pat.

Em comum, Jason e Pat sofreram/sofrem por amor e não conseguem enxergar o fim de um relacionamento. Eles são caras de coração bom, com esperança de viverem um futuro melhor e serem felizes. São otimistas e sonhadores. Também são personagens cativantes - ao menos, eles me conquistaram!

Pode ser que eu tenha gostado tanto do Jason (no fim das contas, acabei gostando desse personagem!) e do Pat porque, em alguns pontos, vi algumas características parecidas na minha vida. Já errei como eles erraram (não os mesmos erros, é claro, mas tive minhas falhas na vida, com amigos, família, garotos que eu gostei, ...) e já sonhei muito alto com coisas muito boas que eu queria que acontecesse; já decepcionei pessoas com as quais me importava e já me decepcionei muito com pessoas que me importavam; já tive falta de confiança em alguns momentos e já senti que não era tão boa quanto gostaria de ser. Mas, como Pat e Jason, sei que tenho pessoas brilhantes ao meu lado (sejam elas parentes ou amigos), que estão sempre me ensinando a ser uma pessoa melhor e manter meus pés no chão (para que, se o sonho não se concretizar, a queda não seja tão grande).

A leitura desses dois livros me provocou uma auto-reflexão - me fez pensar em como eu me comparava com aqueles personagens e como melhorar meus pontos negativos. A leitura desses livros se tornou uma experiência única e interessante. E essas histórias ficaram fixadas na minha memória e no meu coração.

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