The Voice UK, USA e Brasil


Conheci o The Voice antes de estrear em terras brasileiras, por meio do The Voice UK, por causa das apresentações de um certo Max Milner, um britânico que tem a voz mais linda que ouvi depois do Josh Franceschi.
Depois que vi os vídeos do Max, decidi ver alguns outros vídeos aleatórios, e os vídeos que os  artistas (Will.i.am "BEP", Danny "The Script", Jessie J "Price Tag" e Tom Jones "It's not unusual") cantam juntos e cantam com seu time. Nem preciso dizer que virei fã do The Script depois de ver o Danny cantando - meu irmão já era fã do The Script há tempos e estava tentando me convencer a ouvi-los (Só tinha ouvido "Nothing", até onde sabia).
Como o The Voice UK já tinha acabado e não tinha uma nova edição, decidi assistir o americano, que ainda estava nas fases de "Blind Auditions" - assisti alguns vídeos no Youtube, ao saber que a Cass, que sou fã desde o início (ou quase) de Hey Monday, estaria participando. Meu irmão me mostrou, inicialmente, os vídeos da Cassadee e de uma garota com uma versão muito interessante para Toxic (Melanie Martinez).
Comecei a assistir os episódios na integra a partir das Batalhas (ou "Battles") e virei fã - do programa, de alguns (vários) participantes e do Blake Shelton, que já tinha ouvido falar, mas nunca dei muita bola - agora sou completamente fã do cara! A cada dia sou mais fã do Adam também. Claro, as batalhas foram o ponto alto, pois contavam com o Michael Bublé, que amo desde sempre. Ainda tinha o Rob, do Matchbox Twenty, e o Billy Joe, do Green Day, que marcaram minha pré-adolescência e início da adolescência, com músicas como "Unwell",  "American Idiot" e "Basket Case". Assisti até o fim da temporada e ainda quero assistir o The Voice UK, assim que a nova temporada começar, além de continuar acompanhando o americano...
Acompanhei o The Voice Brasil também, mas acho que o americano está bem na frente, por ter jurados mais interessantes (com exceção da Christina, que não gosto, não tem jeito!) e que entendem melhor do que estão falando... O brasileiro, por estar na primeira edição, ainda tem muito chão pela frente e muito a aprender.
O Brasil ainda tem alguns preconceitos que não são vistos no americano, como quando a pessoa exagera muito ou não tem exageros, quando acham que uma pessoa é mais ou menos diva que outra, entre outros... Além do fato que precisamos aprender que, por ser no Brasil, temos que cantar em português - programas como Raul Gil já mostraram incríveis cantores que só cantavam em inglês e escorregavam feio quando tinham que cantar em português. Pode ser que alguns brasileiros possam vir a fazer sucesso por aqui cantando em inglês, mas isso é difícil e a chance de acontecer é bem pequena. Temos que valorizar nossa cultura e nossa língua também!
Carlinhos Brown é um dos poucos que tem propriedade para dizer qualquer coisa, pois é um gênio - quase tudo o que toca vira ouro; Lulu Santos é bom, mas não é muito carismático - várias polêmicas o envolvem;  Claudia Leitte tem o mesmo estilo da Christina e, não tem jeito, não consigo gostar de nenhuma delas mesmo tentando; Daniel dá poucos comentários a respeito de qualquer coisa, mas é carismático e eu gosto dele desde "João Paulo e Daniel".

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